Como fazer uma devolutiva de laudo neuropsicológico com clareza e confiança
Aprenda como conduzir uma devolutiva de laudo neuropsicológico que gere compreensão, confiança e direcionamento para pacientes e familiares.
Aprenda como conduzir uma devolutiva de laudo neuropsicológico que gere compreensão, confiança e direcionamento para pacientes e familiares.
Entenda por que QI abaixo de 70 não fecha diagnóstico sozinho e saiba como comportamento adaptativo, intervalo de confiança e discrepâncias influenciam o TDI.
Entenda como usar a Inteligência Artificial na elaboração do laudo neuropsicológico de forma ética, responsável e sem terceirizar o raciocínio clínico.
O que ninguém te contou sobre o impacto da sequência de aplicação na avaliação neuropsicológica. Introdução Na avaliação neuropsicológica a ordem dos testes pode mudar completamente a leitura dos resultados. Não existem regras fixas, mas há orientações clínicas que fazem toda a diferença, e que vêm da prática. A sequência dos testes pode enviesar o desempenho do paciente. Um exemplo: deixar os testes de atenção para o final da sessão. Depois de uma hora de aplicação, o examinando já está cansado, e o resultado “rebaixado” Continue lendo→
Entenda como construir a conclusão do laudo neuropsicológico com integração de dados, raciocínio clínico e contexto antes de formular qualquer hipótese diagnóstica.
O autismo raramente vem sozinho. E é justamente aí que mora um dos maiores desafios clínicos. O Transtorno do Espectro Autista é um transtorno do neurodesenvolvimento que aparece desde a infância e se manifesta, principalmente, por dois grandes grupos de sintomas: Mas, antes de tudo, o TEA é um espectro: cada pessoa apresenta uma combinação única desses elementos, modulada pela linguagem, pelo nível cognitivo e até pelas comorbidades. E é sobre elas que precisamos falar. O que são comorbidades no TEA? Comorbidade é qualquer outro Continue lendo→
Um detalhe da aplicação que pode interferir no resultado da avaliação neuropsicológica. Introdução Imagine a seguinte situação no consultório. Você está conduzindo uma avaliação neuropsicológica e acaba de aplicar uma etapa do RAVLT. Nesse momento, o procedimento exige que você aguarde cerca de alguns bons minutos antes de seguir para a próxima parte do instrumento. Esse intervalo entre A6 e A7 do RAVLT costuma gerar dúvidas importantes na prática clínica. E surge uma pergunta que quase todo neuropsicólogo já se fez em algum momento da Continue lendo→
Por que a anamnese com idosos é decisiva na avaliação neuropsicológica Imagine a seguinte cena: um idoso chega para avaliação e diz, com toda tranquilidade do mundo, que está bem. Quem insiste na consulta é a filha. Ela conta que ele anda mais esquecido, mais lento, um pouco mais irritado e que, outro dia, se atrapalhou em um caminho que fazia há anos. Ele responde com um sorriso: “Isso é da idade”. E pronto. Em muitos contextos, a investigação pararia aí. Mas é justamente aí Continue lendo→
O papel da mediação na reabilitação neuropsicológica Quando a gente fala em reabilitação neuropsicológica, quase sempre aparecem duas palavras que parecem resolver tudo: autonomia e qualidade de vida. Elas estão certas, claro. Mas, sozinhas, dizem pouco. São amplas demais, subjetivas demais. E, se a gente não toma cuidado, viram conceitos bonitos, e vazios. Porque pensa comigo: o que é qualidade de vida? Para algumas pessoas, é dormir dez horas por noite. Para outras, é conseguir almoçar com calma. Para outras, é simplesmente conseguir sair de Continue lendo→
Entenda as diferenças entre Bayley-III e Battelle-3, o impacto da normatização brasileira e qual instrumento faz mais sentido na avaliação do desenvolvimento infantil.
Entenda, de forma clara e sem juridiquês, os dois pilares legais que sustentam a nossa profissão. Você já parou para pensar que toda a sua atuação como psicóloga só é possível por causa de duas leis? Não é exagero. Duas legislações criadas há mais de 50 anos, e que pouca gente lê com atenção, definem o que você pode fazer, o que você não pode, e quem tem autoridade para te orientar ou fiscalizar. E acredite: entender essas leis pode mudar sua segurança, sua postura Continue lendo→
Quando falamos em personalidade na avaliação neuropsicológica, estamos falando de um aspecto central do funcionamento humano. Personalidade, no sentido mais direto, é o “jeitão” da pessoa: um conjunto relativamente estável de padrões de pensar, sentir e agir que aparece de forma consistente ao longo do tempo e em diferentes situações. É por isso que, mesmo quando colocamos pessoas parecidas, com a mesma profissão, formação ou valores, no mesmo ambiente, cada uma reage de um jeito. E essas diferenças não são apenas “humor do dia”, mas Continue lendo→
Parece TDAH, mas não é! Entenda o que é a Síndrome do Desengajamento Cognitivo e por que ela pode confundir até os profissionais mais experientes. Imagine que você atende um adolescente chamado Caio. Ele tem 13 anos, e a queixa da escola e dos pais é sempre a mesma: “vive no mundo da lua”, “se perde nos próprios pensamentos”, “é inteligente, mas não rende”. Quando você pergunta o que está acontecendo, ele responde com um olhar perdido: “Nada… só tava pensando”. Você pode até pensar: Continue lendo→
Imagine a cena: a pessoa chega para avaliação neuropsicológica, se apresenta com um nome, vive socialmente com esse nome, mas, nos documentos oficiais, ainda consta outro. Em algum momento do processo, geralmente quando elaboramos o laudo neuropsicológico, surge a trava: qual nome eu coloco aqui? Essa é uma dúvida frequente sobre o uso do nome social no laudo neuropsicológico e sobre como registrar corretamente a identificação da pessoa avaliada. E essa não é uma dúvida pequena, nem apenas burocrática. Ela toca diretamente em direitos humanos, Continue lendo→